quinta-feira, 26 de setembro de 2013
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Vida Louca Vida. Louca Vida Digital
E quase tudo se transformou em informação digital. Esse vídeo mostra bem a transformação da era analógica para a era digital. Que triste fim levarão todos os analfabetos digitais ??
Valeu.
Até a próxima.
Valeu.
Até a próxima.
Mudanças aceleradas e Informações interessantes
Estou postando no blog esse vídeo já consagrado que mostra o tempo de mudanças exponenciais que estamos vivenciando. É para parar e pensar.
Valeu.
Até a próxima.
Valeu.
Até a próxima.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Artigo para revista - Jornal do Pontal - Ituiutaba - MG
Procurei abordar neste artigo um pouco da evolução dos computadores e a relação que existe entre a gestão de tecnologia e as empresas.
Vamos lá então:
Efeito da velocidade, efeito da complexidade e efeito da constelação
Em sua obra “A terceira Onda”, Alvin Toffler, escritor norte-americano e futurista, destaca que estamos vivenciando a chamada “era da informação”, onde o poder das pessoas e conseqüentemente das organizações advém da posse e manipulação adequadas da informação, que gera o conhecimento e este se transforma no seu principal ativo.
Toffler ainda define três pontos-chave para a gestão do futuro. O primeiro ponto, o chamado efeito da velocidade, significa gerenciar todas as informações que impactam direta e indiretamente nos negócios. O segundo, o efeito da complexidade, significa administrar a complexidade gerada por uma sociedade informatizada, ou seja, a capacidade de atender às demandas pessoais de cada indivíduo. Já o efeito da constelação envolve a identificação das inúmeras redes que se formam com a crescente e incrível onda de informatização que envolvem os negócios.
Há pouco mais de 40 anos atrás, a informática era vista como uma forma mais fácil de processar os dados e de automatizar processos repetitivos como os da área de recursos humanos, contabilidade e finanças. No Brasil, o governo do estado de São Paulo foi o pioneiro em adquirir um computador do modelo Univac-120, para calcular o consumo de água na capital paulista. Esse computador possuía 4.500 válvulas, fazia 12.000 somas e subtrações por minuto e 2.400 divisões ou multiplicações por minuto.
Os computadores de grande porte ou “Mainframes” se multiplicaram nas empresas e a chamada era do CPD (Centro de Processamento de Dados) se estendeu até meados dos anos 70. Os gerentes de processamento de dados centralizavam todas as decisões a respeito da informática e a única comunicação entre os usuários e o CPD, era através das pilhas de relatórios, representados pelos formulários contínuos.
No começo dos anos 80, com a microeletrônica, os microcomputadores foram se tornando cada vem mais acessíveis, com poder de processamento maior que os grandes computadores e cuja memória dobrava a cada ano e ao invés do processamento em lote de informações, essas passaram a ser processadas em tempo real.
Nos anos 90, a interligação dos computadores através das chamadas “redes” ou “nets” emplacou nas empresas, com troca de informações e compartilhamento de recursos como impressoras, barateando e ampliando o processo da informatização.
Nos anos que se seguiram, vários casamentos e integrações da informática aconteceram. Com a eletrônica, geraram como filhas a automação industrial, a mecatrônica e a robótica, entre outros. Esse casamento revolucionou o chamado “chão de fábrica” das indústrias.
Com as telecomunicações, a união com a informática globalizou os negócios, zerou as distâncias e as empresas se tornaram empresas mundiais pelo simples toque do mouse. A Internet foi a filha gerada mais complexa, inteligente e de um potencial que não conseguimos medir totalmente.. A convergência digital é a bola da vez, os dispositivos multifunção hipnotizam os jovens e dão um nó na cabeça daqueles que acompanharam as velhas televisões da marca Telefunkem demorarem alguns minutos para mostrarem imagens em branco e preto. De dentro de um automóvel, mandamos mensagens para um colega de trabalho, através das quais viajam relatórios muito importantes que serão impressos e colocados em nossa mesa de trabalho de maneira quase instantânea.
Se acompanhar essas mudanças em nossas vidas, pela multifacetada tecnologia da informação e das comunicações é difícil, imaginem que as dificuldades existem também para os gestores da área de informática atual. E que dificuldades. Lidando com várias tecnologias diferentes e além disso devendo entender também de estratégia e negócios, além de ouvir a voz dos usuários internos, que cada vez mais entendem de computadores e de suas nuances e querem ter voz ativa no processo.
Nesse novo mundo da informática, o profissional de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) deve ser cada mais flexível, deve ser cada vez mais aberto e menos técnico. Os chamados Sistemas de Informação devem contemplar pessoas, tecnologias e organizações como um esquema integrado que deve ser gerenciado com igual peso.
Chegando ao mercado de trabalho agora, a chamada geração Y, jovens que nasceram nos anos 80, que são mais conectados e possuindo muito mais informação disponível que os da geração anterior, a chamada geração X, que nasceram na década de 60 e 70. Além de serem mais plugados em tecnologia, também o são em outras coisas e conseguem achar relações que outras gerações acham inconcebíveis como relacionar jogos com trabalho, que proliferam nas empresas treinando funcionários de vários cargos e atribuições. A outra característica é a coletividade, onde o espírito de equipe é fundamental. A individualidade é a sua terceira marca. Deixar a sua característica pessoal como uma assinatura em um trabalho é importante.
Mas as empresas também precisam mudar, pois a maioria delas ainda possuí estrutura e modelo de gerações anteriores à geração Y. E os jovens que gerenciam a informática atualmente estão mudando essas empresas. Evolução ou revolução? Jovens milionários de 25 anos, gerenciando suas empresas de Internet.
Outro aspecto importante é a teoria, mas físicos, com mestrado em gestão, doutorado em mecânica e pós doutorado em informática ainda precisam da prática e aconselhamento dos executivos que saíram da limpeza dos banheiros para a mesa da presidência em anos de dedicação, a chamada integração das gerações.
E como disse Alvin Tofler, atualmente devemos considerar na era da informação o efeito da velocidade, com milhões de bits se transferindo a extremas velocidades. O efeito da complexidade, com bits se transformando em informação e conhecimento cada vez maios acessíveis e disponíveis e o efeito da constelação, na interligação de pessoas, empresas, clientes, fornecedores, cidades, relações e tudo que possa ser interligado. A grande aldeia global está formada. Será que está sendo adequadamente gerenciada?
Vamos lá então:
Efeito da velocidade, efeito da complexidade e efeito da constelação
Em sua obra “A terceira Onda”, Alvin Toffler, escritor norte-americano e futurista, destaca que estamos vivenciando a chamada “era da informação”, onde o poder das pessoas e conseqüentemente das organizações advém da posse e manipulação adequadas da informação, que gera o conhecimento e este se transforma no seu principal ativo.
Toffler ainda define três pontos-chave para a gestão do futuro. O primeiro ponto, o chamado efeito da velocidade, significa gerenciar todas as informações que impactam direta e indiretamente nos negócios. O segundo, o efeito da complexidade, significa administrar a complexidade gerada por uma sociedade informatizada, ou seja, a capacidade de atender às demandas pessoais de cada indivíduo. Já o efeito da constelação envolve a identificação das inúmeras redes que se formam com a crescente e incrível onda de informatização que envolvem os negócios.
Há pouco mais de 40 anos atrás, a informática era vista como uma forma mais fácil de processar os dados e de automatizar processos repetitivos como os da área de recursos humanos, contabilidade e finanças. No Brasil, o governo do estado de São Paulo foi o pioneiro em adquirir um computador do modelo Univac-120, para calcular o consumo de água na capital paulista. Esse computador possuía 4.500 válvulas, fazia 12.000 somas e subtrações por minuto e 2.400 divisões ou multiplicações por minuto.
Os computadores de grande porte ou “Mainframes” se multiplicaram nas empresas e a chamada era do CPD (Centro de Processamento de Dados) se estendeu até meados dos anos 70. Os gerentes de processamento de dados centralizavam todas as decisões a respeito da informática e a única comunicação entre os usuários e o CPD, era através das pilhas de relatórios, representados pelos formulários contínuos.
No começo dos anos 80, com a microeletrônica, os microcomputadores foram se tornando cada vem mais acessíveis, com poder de processamento maior que os grandes computadores e cuja memória dobrava a cada ano e ao invés do processamento em lote de informações, essas passaram a ser processadas em tempo real.
Nos anos 90, a interligação dos computadores através das chamadas “redes” ou “nets” emplacou nas empresas, com troca de informações e compartilhamento de recursos como impressoras, barateando e ampliando o processo da informatização.
Nos anos que se seguiram, vários casamentos e integrações da informática aconteceram. Com a eletrônica, geraram como filhas a automação industrial, a mecatrônica e a robótica, entre outros. Esse casamento revolucionou o chamado “chão de fábrica” das indústrias.
Com as telecomunicações, a união com a informática globalizou os negócios, zerou as distâncias e as empresas se tornaram empresas mundiais pelo simples toque do mouse. A Internet foi a filha gerada mais complexa, inteligente e de um potencial que não conseguimos medir totalmente.. A convergência digital é a bola da vez, os dispositivos multifunção hipnotizam os jovens e dão um nó na cabeça daqueles que acompanharam as velhas televisões da marca Telefunkem demorarem alguns minutos para mostrarem imagens em branco e preto. De dentro de um automóvel, mandamos mensagens para um colega de trabalho, através das quais viajam relatórios muito importantes que serão impressos e colocados em nossa mesa de trabalho de maneira quase instantânea.
Se acompanhar essas mudanças em nossas vidas, pela multifacetada tecnologia da informação e das comunicações é difícil, imaginem que as dificuldades existem também para os gestores da área de informática atual. E que dificuldades. Lidando com várias tecnologias diferentes e além disso devendo entender também de estratégia e negócios, além de ouvir a voz dos usuários internos, que cada vez mais entendem de computadores e de suas nuances e querem ter voz ativa no processo.
Nesse novo mundo da informática, o profissional de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) deve ser cada mais flexível, deve ser cada vez mais aberto e menos técnico. Os chamados Sistemas de Informação devem contemplar pessoas, tecnologias e organizações como um esquema integrado que deve ser gerenciado com igual peso.
Chegando ao mercado de trabalho agora, a chamada geração Y, jovens que nasceram nos anos 80, que são mais conectados e possuindo muito mais informação disponível que os da geração anterior, a chamada geração X, que nasceram na década de 60 e 70. Além de serem mais plugados em tecnologia, também o são em outras coisas e conseguem achar relações que outras gerações acham inconcebíveis como relacionar jogos com trabalho, que proliferam nas empresas treinando funcionários de vários cargos e atribuições. A outra característica é a coletividade, onde o espírito de equipe é fundamental. A individualidade é a sua terceira marca. Deixar a sua característica pessoal como uma assinatura em um trabalho é importante.
Mas as empresas também precisam mudar, pois a maioria delas ainda possuí estrutura e modelo de gerações anteriores à geração Y. E os jovens que gerenciam a informática atualmente estão mudando essas empresas. Evolução ou revolução? Jovens milionários de 25 anos, gerenciando suas empresas de Internet.
Outro aspecto importante é a teoria, mas físicos, com mestrado em gestão, doutorado em mecânica e pós doutorado em informática ainda precisam da prática e aconselhamento dos executivos que saíram da limpeza dos banheiros para a mesa da presidência em anos de dedicação, a chamada integração das gerações.
E como disse Alvin Tofler, atualmente devemos considerar na era da informação o efeito da velocidade, com milhões de bits se transferindo a extremas velocidades. O efeito da complexidade, com bits se transformando em informação e conhecimento cada vez maios acessíveis e disponíveis e o efeito da constelação, na interligação de pessoas, empresas, clientes, fornecedores, cidades, relações e tudo que possa ser interligado. A grande aldeia global está formada. Será que está sendo adequadamente gerenciada?
Prevendo o futuro da humanidade através da informática
Lí um artigo publicado na revista Science e que foi colocado no site inovacaotecnologica muito interessante. O artigo afirma que poderemos prever no futuro diversas necessidades humanas, tais como necessidades econômicas, sociais e outras. Os avanços recentes na área de modelagem de redes complexas e a coleta de dados a partir da internet e de inúmeros dispositivos móveis vão facilitar essas previsões. Já é possível segundo estudos monitorar simultaneamente 100.000 usuários de celular durante um determinado período, analisando a troca de informações entre as torres de comunicações e entre eles mesmos. Esbarramos, entretanto, em questões de privacidade, mas isso é história para outro comentário.
Já é possível segundo o cientista Vespignani da Universidade de Indiana nos Estados Unidos, a chamada "mineração da realidade", onde passamos do trabalho com pequenos grupos sociais, para grandes sociedades complexas. As tecnologias atuais e futuras nos darão o "poder" de acompanhar os movimentos populacionais ao redor do globo, a invasão de pragas na agricultura e pecuária, os vírus nos seres humanos (olha a gripe suína aí gente !!!)
Tecnologias para monitoramento de micro indivíduos até macro sociedades.
Uma boa referência de filme para ilustrar por exemplo o monitoramento dentro dos seres humanos através de nanodispositivos é o filme "Viagem Insólita".
Abraços,
Até a próxima postagem.
Bibliografia:Predicting the Behavior of Techno-Social SystemsAlessandro VespignaniScience24 July 2009Vol.: 325. no. 5939, pp. 425 - 428DOI: 10.1126/science.1171990
Já é possível segundo o cientista Vespignani da Universidade de Indiana nos Estados Unidos, a chamada "mineração da realidade", onde passamos do trabalho com pequenos grupos sociais, para grandes sociedades complexas. As tecnologias atuais e futuras nos darão o "poder" de acompanhar os movimentos populacionais ao redor do globo, a invasão de pragas na agricultura e pecuária, os vírus nos seres humanos (olha a gripe suína aí gente !!!)
Tecnologias para monitoramento de micro indivíduos até macro sociedades.
Uma boa referência de filme para ilustrar por exemplo o monitoramento dentro dos seres humanos através de nanodispositivos é o filme "Viagem Insólita".
Abraços,
Até a próxima postagem.
Bibliografia:Predicting the Behavior of Techno-Social SystemsAlessandro VespignaniScience24 July 2009Vol.: 325. no. 5939, pp. 425 - 428DOI: 10.1126/science.1171990
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